This is a dream

Abriste a porta e o horror entrou, percorreu a sala com o olhar e encontrou o canto ideal onde se esconderia para puder aterrorizar o resto dos teus momentos de descanso…
É a própria imaginação a tua única guerra, com ela ensaias terrenos de uma batalha que parece um jogo do 3º milénio. Personagens irreais dançam em movimentos electrónicos, com sentimentos humanos em cenários manipulados…


até que ponto tu consegues controlar os teus desejos, os anseios de uma virtualidade colada à relidade imprevista dos dias


A chave, algures dentro de ti encontrarás a chave…e a fechadura? O que abrirá a própria chave?


Mentiras ou jogo, amor, angústia, vida ou horas, simples milésimos segundos colados numa coleção de coincidências que vão servindo de suporte para construção dos dias, um a um, colando segundos uns aos outros que nunca poderiam ser primeiros porque a tua cabeça não e uniforme com o corpo.


Que sonho foi este?


Tempestade, furacão – tu ou a vida que criaste para ti- criaste? ou foi surgindo como as çalavras numa página de um livro que retiraste da estante ao acaso


Quem bateu à porta? quem foi?- Bateram ou tu abriste só por curiosidade?


O horror entrou, olhou a sala com curiosidade e encontrou um lugar perfeito para se esconder… e a sala é a tua própria cabeça. O horror permanece domado, amordaçado. 
Rompe com o que te faz humano e transforma a vida num jogo virtual, estátua de pedra, personagem super-heroi de um qualquer jogo de guerra…
quem ganha? quem ganhará?…