Uma de muitas, nenhuma inteira, nenhuma completa; fantasmas de outras eras, embrulhados como folhas de papel velho, usado. Nessas folhas repousam histórias que já ninguém quer ler…
O que será ninguém sabe, ninguém poderá saber. Se me levanto, inteira? não sei, talvez levante velhas pontas, velhas pontes.
O que fica, alguém poderá um dia dizer: foi? não, não foi. Ficam apenas os fantasmas da dor.