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Era uma vez: um ano outra vez

Era uma vez…
um caderno: escrito a linhas de sangue, lágrimas e suor. Escrito em letras de luz de uma lua sempre poente, nunca nascente: nova mas cheia de escuridão…
Era uma vez…
quem não o lia, não o via e jamais ouviu uma palavra do que lá foi escrito.
Era uma vez…
um era uma vez, que se foi de vez e retornou num livro de histórias pintadas a mar e chuva e tempestades;
era um diário, um livro, um pedaço e coisas velhas
Era uma vez um calendário, que se foi rasgando; e tornando as folhas novas em velhas, as folhas velhas foram ficando novas
Era uma vez um ano, e outro e outro ainda
Foi uma vez uma menina, que se fez bruxa e uma bruxa que se fez princesa, e uma princesa que se fez mulher
Um conto; de contar coisas, coisas que se descontam por cada vez que era uma vez…

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Uma opinião sobre “Era uma vez: um ano outra vez”

  1. Nostalgia para mim, faz um tempo que eu não ouvia Breaking Benjamim, e é uma banda boa de se ouvir, atualmente fico no Pink Floyd, Janis Joplin, Hendrix, Beatles e outros clássicos.

    Sobre o texto, lembrei de uma conversa com uma amiga muito querida sobre deus, falavamos sobre os planos do manda-chuva do universo. E chegamos a conclusão que escuridão e luz estão sempre juntos no mesmo lugar, o que difere é para qual delas você dá mais importância.

    Sobre a menina que passou por toda essa metamorfose ambulante deve ter se perdido e se encontrado várias vezes em cada um desses “Era uma vez” que a vida faz questão de nos contar na prática.

    Linda noite,
    Aquele abraço!

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