O amor é cego

Não há espelhos que resistam a um amor.
Não há local indicado, hora marcada – receita da avó, com quantidades certas disto e daquilo – não há nada. Há defeitos, há marcas, há chatices, marotices, no fim, se não se esquece o que não importa, saberemos então se é o tal amor, e só assim.
São os defeitos, as coisas que correm mal, as dificuldades, as partidas e chegadas imprevistas da vida, que nos indicam se é ou não amor. Quando tudo corre bem, quando não há sacrifícios, não há provas, não há mostras.
Embeiçados ou enfeitiçados, é nas dificuldades que se mede a resistência do amor.

( O meu abraço para outro lado do amor- o voluntariado – e para aqueles que dão a vida pelos outros, sem pedir nada em troca )

O carnaval é a mais popular celebração da arte. Festeja-se a criação…nascem a música, os figurinos, os enredos; transforma-se o corpo, através da imaginação, em cor, ritmo, beleza e poesia
O amor à camisola, compete na saudável coexistência de dar o melhor, para chegar ao fim da Avenida como campeão. É a simplicidade do amor ao que mais belo existe no mundo: a alegria .

Parabéns, beija-flor!

( em atraso, mas não podia deixar de homenagear a bela homenagem ao Rei)

Meu Beija-Flor chegou a hora
De botar pra fora a felicidade
A alegria de falar do Rei
E mostrar pro mundo essa simplicidade