Entre paragens, partida e sem fronteiras

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Desculpas. Perdões e tanta palavra que tenta explicar o que não tem explicação razoável.
Orgulho. Defeito? Ou amor próprio? Aos olhos de quem é o nosso orgulho é ferido ou fere o próximo. Quem define as fronteiras?
Fronteiras. Portas abertas ou linhas invísiveis intransponíveis, que separam o ser do parecer.
Voar. Com que asas te elevas a cima de ti, com as tuas ou com as que te põe, enormes para o teu corpo e desconfortáveis.
Desconhido. Aquilo que não nos faz sentido por mais que se tente render a imaginação.

Desculpa, o orgulho limita-me as fronteiras e não me permite voar no desconhecido.
Os anjos têm asas. Não sou anjo, sou mulher. Só consigo usar o que tenho como meu. Viajo, com a bagagem minima de quem deixou tudo para trás. Deixo as desculpas para quem se orgulha de ter transposto todas as fronteiras e voado para lá do desconhecido onde não quero chegar.

Partir. Dividir, ir embora. Sem dicionário é apenas o que me faz lembrar… partida, estou de partida.

Um comentário em “Entre paragens, partida e sem fronteiras

  1. Tudo se aprende até as partidas. É. engraçado que hoje é dificil de definir fronteiras por onde se passa a grande maioria das vezes. A voar. Os desconhecidos deixaram de fazer sentido. E mesmo assim continuamos sempre a aprender . Nem que seja a orgulharmo-nos das nossas diferenças.
    Beijos, hoje e sempre

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