Procuras

À procura de compreensões, entramos num caminho sem volta, sem fim à vista, com proporções desproporcionadas à capacidade de carga.
E tudo se resume a uma brincadeira, sem objectivos definidos, que pode levar alguém ao chão. Ao olhar para dentro, confesso, perdi a razão. Desse peso, da areia que escorre entre os dedos levando o tempo que não volta, já não sei como me salvar.
E procuro saídas, que me justifiquem, as atitudes que tomei, na busca das respostas. Mas onde não há perguntas sinceras, não há respostas possíveis e tudo não passa de supostas intenções. E fico com a minha: os fins não justificam os meios. E quem justifica a minha vida?