A minha diversa estante

Terminei ( finalmente) esta semana, a leitura de um livro que me satisfez. Bastante. Daqueles que não é necessário ler todo de uma assentada só, mas que se vai lendo, e gostando e lendo, com alguns pontos, onde se lê todo de seguida e depois se continua a ler por gosto. O Barão, de Sveva Casati Modignani ( que raio de nome que se tem, para se ser escritora – sou adepta de coisas mais simples) é um livro que nos leva a viajar pelos amores, a história do séc.. que já nós virámos, os padrões e a intriga, num mundo onde a riqueza não implica necessariamente a falta de princípios ou calor humano, mas que não nos faz esquecer de como se vive, na realidade e de como a família é importante para nos formatar e apoiar. Vivida num passado recente, é uma estória que a mim me fez chorar e sorrir e pensar, sentir todas aquelas coisas que é suposto sentir quando se lê um livro, ou então não vale a pena lê-lo, tal como quando se vê um filme ( sim, sou uma piegas eu sei, mas como alguns azares ou acontecimentos da vida real não me permitem que perca tempo com lágrimas, deixo-as para os livros que me dão asas para as gastar) .

Passo agora a grande velocidade, para um livro que desejo muito ler e que estava na estante, à espera da sua entrada em cena:

Aposto que este, me vai fazer viajar e querer, ainda mais, viajar…

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