Hoje, como quase todos os dias fomos tentar ver o pôr do sol, mas ainda não foi desta. Tenho um verdadeiro fascínio por a hora em que a enorme bola de fogo atravessa a linha do horizonte e não consigo descrever a paz que me chega quando o consigo fazer neste ambiente que me devolve ao meu eu. Com os miúdos é sempre difícil. Porque lhes falta o fascínio que eu sinto, porque talvez ainda não se revejam nas práticas de encontrar paz interior, porque simplesmente não são capazes de estar quietos. Eu não desisto de lá conseguir chegar ainda a tempo. Com eles, mesmo que isso me custe o dobro do esforço e muitas tentativas falhadas.