I won’t give up 

A verdade é que aquela conversa de auto-ajuda que nos diz que a vida se vive em ciclos, é provável. Nestes anos que serão talvez metade ou mais da minha vida tenho-o sentido. O chato disto é que os ciclos maus são mais longos e como é evidente, difíceis, do que os ciclos bons, que entram de rompante, como um vento que varre as folhas secas do chão, levantando-as, e vai soprar para outras paragens.

Acho que estou a sentir esse vento na minha vida. As folhas começam a levantar e por baixo as fórmulas matemáticas soltam-se e rapidamente parece que comecei a raciocinar. De uma semana para outra a velocidade de pensamento duplicou, e são inúmeras as soluções que tenho encontrado para problemas que se tinham sentado comigo no sofá há anos e teimavam em não ir embora. 

Adoro sentir-me bem, sentir-me eu. Adoro não ter que justificar demasiado as minhas decisões. Nunca fui fã de zombies, mesmo quando se tornaram o último grito da moda. Zombies, cá em casa, só se não o conseguir evitar .