Os e-bugs e as periquitas

Depois de um fim de semana de férias segue-se um fim de semana a trabalhar. 2 dias em Lisboa em trabalho e 2 dias no Alentejo. No entretanto ainda houve tempo para soltarmos uma periquita e algumas gargalhadas num jantar de mães e filhos em que os rapazes estavam em número substancialmente maior. Voltas e voltas na conversa e acabamos quase sempre na mesma preocupação: a educação que lhes damos e os seus possíveis resultados.

Sempre tenho defendido que a educação é o pilar básico da construção da nossa vida, mas por vezes não chega. É necessário dar o exemplo e para além disso arranjar estratégias e alterá-las quando percebemos que não estão a resultar. E deixar espaço para o erro, que existe, vai sempre existir e tem que ser enquadrado na nossa vida diária. No fundo é arranjarmos estratégias e alterá-las sempre que a situação assim o exija sempre que os resultados mão sejam os pretendidos.

Coincidência ou não dei com o projecto e-bug durante as jornadas do PPCIRA ( plano de prevenção e controlo de infecção e resistência aos antimicrobianos) e fiquei encantada com ele. Primeiro porque podemos nós próprios jogar com eles enquanto estão a aprender e depois porque pode ser uma ferramenta muito útil para os docentes do 2 e 3 ciclos em matérias como as ciências naturais ou na disciplina de cidadania, que é uma mais valia para a educação dos miúdos como melhores pessoas ( mais esclarecidas) e melhores cidadãos. As ferramentas existem, só precisamos de as conhecer e utilizar para podermos melhorar cada vez mais. Façam o favor de espreitar e utilizar, está ao vosso dispor.