Há dias assim…

Hoje foi dia de folga! Não da forma como a Ana Moura tão bem o canta

mas suficientemente bom para me sentir retemperada. Supostamente teria sido dia de torneio de futebol, só que, com esta chuva, decidiram ( e bem, a meu ver) suspender o torneio. Foi a desculpa que precisava para fazer o que me apetecia, passar todo o dia a matar saudades da minha casa. O lume foi acesso logo de manhã porque os escassos 8°, para mim, chegam para dizer que está frio ( embora desde que a Margarida está na Lapónia com os seus “maravilhosos” 20° negativos tenha algum cuidado em dizer que por aqui está frio) e tentei fazer a minha versão da forma de relaxar da minha amiga Ana, que trabalha tantas ou mais horas que eu, e nos fins de semana que pode descansar em casa, cozinha ( gostava de ser assim, a sério que gostava, e ela sabe que já lho disse – raios de forma de relaxar) . Não cozinhei no verdadeiro sentido da palavra mas fiz pão, um bolo de iogurte caseiro com laranja e um empadão de carne e peixe à minha moda que o meu mais pequeno ( sempre armado em esquisito) engoliu, para além de uma dose generosa de empadão,  as palavras que disse a respeito dos meus cozinhados ( o que uma mãe tem que ouvir, meus senhores 😒) .

O resto do dia foi passado à lareira entre mantas, livro e agarrada à Netflix a tentar pôr em dia tudo aquilo que perdi nos últimos anos. Vi o unbroken e coloquei na minha lista de favoritos uma quantidade de séries e filmes para ver quando tiver disponibilidade. 

De alminha cheia é como me sinto. Talvez devesse ter lido um pouco mais do livro mas foi necessário reconfigurar o meu híbrido que estava com pouca memória livre ( já não se fazem memórias como antigamente, mas temos sempre a nuvem para nos salvaguardar) e assim fica mais fácil trabalhar e divertir-me com ele. Fui encontrar o Age of Empires, um jogo que joguei há tantos anos que pensei que já não existisse, e uma série de outros sítios com coisas que gosto para reconfigurar esta mini “coisa” que serve de PC e de Tablet. Um presente dos avós para o meu Rodrigo há alguns natais atrás, que ele não usa muito, prefere o meu desktop, e não há como uma família que se entende, trocámos. Assim dentro em breve espero acabar o que me falta acabar e ter uma ajuda preciosa que pode muito bem libertar o espaço e a importância que o meu smartphone tem na minha vida. É que na verdade, nunca gostei muito de telemóveis, o que eu gosto mesmo são das funcionalidades que a internet me permite.