A beleza está em nós, a educação ao próximo, a great big world, da nossa vida, Domingos em família, Fotografia, natural como só eu, palavras, receitas para viver melhor, rir é o melhor remédio, Ser

Para o ano há mais 

Estou cada vez mais parecida com a gata borralheira. Não que me transforme à meia-noite ( até podia… mas é melhor não) ou que tenha perdido algum sapato de cristal, mas porque os meus momentos mais felizes, ultimamente, são passados na minha casa ( quando cá estou é indispensável ter o borralho aceso) . Caramba, sou feliz aqui. Se é verdade que passei a minha adolescência e juventude quase sempre “no laré” é incrível que me sinta tão apaziguada quando estou em casa. Não, não sofro de solidão, talvez por isso não tenha necessidade de estar constantemente em contacto com alguém, ou ao telefone. Aliás, sou viciada em telefone mas é para tudo menos para telefonar – é aqui que leio as notícias, que organizo os meus dias, que escrevo no blog e é com o telefone que me divirto a fazer “o nada” ( como diz a minha amiga Vera) sobretudo é com o telefone que vegeto ( sim, eu pecadora me confesso, sou viciada em “jogos de crianças” no telefone pelo que a minha relação com as horas de tecnologia dos meus filhos não se guia pela teoria vigente do bicho papão que vai comer os neurónios das criancinhas. Não dá. Senão o papão já me comeu os meus também – a melhor lição é o exemplo e eu não sou exemplo para isso). Sim, há regras, mas as regras têm que se aplicar a todos por igual e eu substitui a vegetação em frente à televisão pelo My hospital ou pela palavra guru ou outro qualquer jogo que me interesse (geralmente gosto de construir sociedades ou impérios. São os meus favoritos). O resultado disso é que cá em casa somos todos viciados em jogos. No próximo período, no entanto, vou ter que me sacrificar e encontrar uma estratégia para colocar horas de estudo no meio de tudo o resto. Talvez seja desta de me vire de novo para a leitura em papel que tem andado um pouco “perra”. 

 O dia 24, tal como previamente o organizei, não deu para fazer tudo o que queria fazer. As unhas ficaram sem cor e não distribui todos os presentes pelo que fiquei a dever algumas visitas que vou mesmo ter que fazer. Natal deve ser todo o ano, certas visitas também. Mas de tudo o melhor foram os sonhos. 

Adoro sonhos de abóbora e já há algum tempo que andava com vontade de experimentar a fazer. Foi desta! Não sou grande cozinheira mas não há dúvida que quando se põe motivação e amor a coisa dá-se. Até eu fiquei surpreendida com os meus sonhos de abóbora. É que estavam mesmo bons… e não estivesse eu virada para gata borralheira. É para repetir a receita! De resto, Natal é para aproveitar e por em dia as conversas em família que não podemos por em dia no rame, rame diário. Não fosse a gripe que nos chegou ( mais à mana do que aos outros) e tinha sido mais um Natal perfeito. 


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