Entrar a direito

Apesar de meio ressacada da moléstia de início de ano, do cansaço do qual só me devo livrar lá para meados de Fevereiro, e da vontade de me encerrar para balanços dentro da própria concha, a verdade é que, mesmo ausente por incapacidade, do local de trabalho, durante um dia, esta cabeça é incapaz de parar ( haja paciência!) .

Tenho inúmeros pequenos projectos de recuperação de lixo. Coisas que iriam ser desperdiçadas e se tornarão úteis – uma forma fácil e barata de reciclar e decorar o ninho. Cá em casa, como na casa de qualquer mulher, penso eu, nascem bijuterias aos cantos como se fossem cogumelos. Organizar toda esta quinquilharia é uma missão impossível, ainda assim, vou tentando conforme posso, dar alguma ordem ao caos. 

As garrafas de iogurte, prontas a irem para o lixo serviram em cheio para espetar, em jeito de mostruário, os brincos e agora que vi que resultou, só falta dar-lhes cor para ficarem mais bonitas. Como esta várias outras ideias esperam dar nova vida a plásticos, cartões e à quantidade de lixo que produzimos por dia, numa tentativa, talvez mínima, mas bem intencionada, de aumentar a minha pegada ecológica.  

Talvez esteja demasiado focada nesta necessidade básica que tenho de poupar e na dificuldade que tenho tido, nos últimos anos, de satisfazer a minha veia consumista e conseguir poupar. Nada fácil já vos digo! Mas tendo em conta que tenho que gerir a vida de 3 almas todos os meses, melhor ou pior a coisa foi-se dando…

A melhor das minhas compras, a que mais me satisfez, foi a minha própria prenda de Natal. Mandei vir pela net da UE ( sim, porque estou farta de estrafegos na alfândega) uma smart box a metade do preço daquele que se vende no nosso país ( alguém tem que dizer aos nossos governantes que com o mercado livre na UE só paga os impostos com as percentagens doidas que eles impõe ao consumo, quem não sabe o que anda a fazer. E já agora, avisem também as grandes marcas que o preço se deve fixar através da oferta e da procura e da qualidade do produto e não baseado no ” nome da marca” – mas isto também há muita gente que tem que aprender) . Ora ia eu dizendo que juntando esta prenda de Natal à do ano passado, com mais ou menos 140 euros consegui uma smart tv para o meu querido quartinho, onde posso estar a usufruir no descanso do meu leito  da Netflix/youtube/spotify sem ter que expulsar os miudos do pc ou estoirar os olhos no telemóvel. O único problema é que a velocidade da internet não é muito satisfatória, mas só percebi isso agora e já estou em campo para resolver esse problema. 

Fazer compras inteligentes, nem sempre é fácil, mas é uma necessidade. Isso e perceber de fiscalidade para compreender todas as formas possíveis que existem de nos irem ao bolso. Hoje em dia, não há desculpas para nos deixarmos ficar! 

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