a educação ao próximo, a great big world, filosofias existenciais, músicas da minha vida, Memórias, natural como só eu, palavras, Ser

IRA

Dizem que foi em ’94. Não sei, nunca sei precisar bem o que aconteceu em que ano e tenho que ir buscar momentos marcantes, geralmente memórias que gostava de não ter, para precisar em que ano foi o quê. Pode bem ter sido em 94. Tenho várias memórias desses anos. Boas e más. É incrível como nos marcam mais as más memórias. Depois de identificada a má memória desse ano vêm a pouco e pouco, encadiadas umas nas outras, as memórias boas. Aconteceu isto, depois isto, depois aquilo…pumba até outra má recordação que marca outro salto qualitativo na forma de ver o mundo. 

“Ode to my family”, ” linger” e sem dúvida esta  

Sempre me identifiquei na raiva e dor que parecia passar naquela voz limpida. A melodia das canções, mesmo as mais calmas encontravam sempre uma forma de passar/transmitir esses sentimentos. Depois da música, de a tentar cantar da forma como ela as cantava a raiva acalmava. Uma forma criativa e terapêutica de passar sentimentos, que muitos utilizam como forma de escape em vez da violência. Ainda bem. A criatividade talvez seja também uma forma de se comunicar o que não se sabe dizer. Ela provavelmente nunca aprendeu outra forma. O ser humano é de facto um ser vivo muito complexo e muito mais carente do que a grande maioria sequer imagina. 

 

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