a educação ao próximo, a great big world, filosofias existenciais, Memórias, natural como só eu, palavras, Ser, T(extos) E(ntre) S(onhos)

Do meu sexto sentido (XIV)

O pior é quando se quer muito ter o controlo da vida nas mãos e tudo nos foge por entre os dedos, como a areia da praia.

Não, já não tenho medo das tempestades, mas desconfio bastante das bonanças.

Não sei se foi defeito que adquiri se é só fruto das aprendizagens.

Aprender a viver a relatividade da matéria é sem dúvida para a compreensão dos génios, mas daqueles que não concedem desejos.

Boa noite.

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