da nossa vida

A princesa do Atlântico

Já fomos e já cá estamos. Promessa paga, o que significam objectivos cumpridos.

Não sou grande fã de andar de avião, já se sabe, mas isso não me impede de ir onde quero ir e aterrar na Madeira ainda é o que me lembrava – um verdadeiro inferno! Há vento por todos os lados, as asas abanam e a pista parece sempre que não vai chegar. Ainda assim consegui não assustar o pequeno, que é sempre um meu objectivo: não lhes passar o meu terror a descolagens e aterragens. A vista essa, compensa e bem o medo

Os primeiros dias foram passados no torneio. Afinal era esse o grande objetivo desta viagem. O Rodrigo foi participar com a sua equipa no III torneio de futsal da Madeira, organizado pelo grupo desportivo da escola Francisco Franco. Já lá tinham estado o ano passado e tinham ganho, mas nessa altura o Rodrigo não jogava no grandolafoot. Desta vez tiveram uma prestação excelente mas na final estremeceram e acabaram por perder. Ganharam em experiência e em novas vivências.

Sobre o torneio nada a dizer. Desde a organização, passando pelos árbitros e todos os que contribuíram para a feliz estadia dos miúdos só tenho uma coisa a dizer: aquela gente sabe receber e fazer-nos sentir como se estivéssemos em casa. E que bela escola têm, com condições que deixam a nossa a parecer que vai cair de podre a qualquer momento.

Durante o torneio os pais aproveitaram para disfrutar da gastronomia e da coral. Sabia que gostava, mas nestes últimos anos a minha relação com a cerveja tem-se vindo a deteriorar, o que fez com que a coral me parecesse ainda melhor. É bem mais leve que as nossas e não pesa tanto no estômago.

Depois do torneio acabado houve tempo para passear, visitar todas as “praias”/ piscinas do Funchal e para a diversão.

Mas eu levava um outro objectivo. Ver o que não tinha visto há 25 anos atrás. Depois da equipa ter regressado, fiquei mais um dia e justifiquei o aluguer do carro. Pensei que não ia conseguir mas consegui, dei a volta completa à ilha. Ainda tivemos tempo para almoçar e dar um mergulho no Porto Moniz, aquela que me haviam dito ser a melhor praia e ver a praia da Calheta, feita de areia importada do deserto. Ainda assim o que mais me surpreendeu, e tive pena de não ter mais tempo para aproveitar, foi a praia da Madalena do mar. É tão diferente do que estou habituada que só por isso tem a sua beleza especial. Como sempre, quando vejo algo que me fascina, fiquei tão absorvida em observar tudo que me esqueci de fotografar. Talvez numa outra oportunidade.

Venho sempre daquela ilha com a noção de que ficou muito por ver…porque será?

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