a educação ao próximo, a great big world, da nossa vida, litoral alentejano, livros que leio, receitas para viver melhor

A seguir ao Natal, no norte, fazia-se roupa velha para aproveitar as sobras da ceia de Natal. Digo fazia-se, porque a roupa velha ganhou asas de internet e hoje já todo o meu belo país não dispensa a roupa velha, ou uma espécie de roupa velha, com mais ou menos toques modernaços das formas cozinhar que estão na “berra”. Mas a roupa velha, na sua essência, está lá, a passar de geração em geração.

Ora bem, se a seguir ao Natal se faz roupa velha, o que raio havia eu de inventar para aproveitar as sobras mais preciosas da minha festa de passagem de ano? Pois bem, nem mais nem menos que uma bela de uma açorda de camarão que estava um petisco! Foi a minha primeira açorda de marisco mas garanto que vou repetir.

A festa teve muitas repercussões positivas, para além da culinária. Foi uma nova oportunidade para repensar o espaço e claro, fazer mudanças ( o que eu gosto de mudar a disposição do espaço! )

Voltando à açorda, é claro que os meus filhos, crescidos na geração do bife e das batatas fritas, torceram imediatamente o nariz. Nestes casos há sempre cá em casa o SOS de segurança: sopa! Quem não gosta do que há, come sopa. O que me leva a mais uma palestra de um psicólogo que gosto muito de ouvir…

A dita cuja da açorda

E a música que mais gostei de ouvir hoje, enquanto cozinhava

Boa noite, vou para as minhas leituras !

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